segunda-feira, 15 de junho de 2009

Copos & copos

Quem gosta de cerveja de verdade e não bebe apenas por beber ou pelo fator social, característica marcante dessa bebida, sabe que existem diferentes tipos de copos para cerveja, e que cada copo realça uma determinada característica, usualmente relacionada ao aroma e sabor da cerveja. Pensando nisso vou dar umas dicas aos meus caros leitores para que vocês possam apreciar todo o potencial das cervejas que bebem.
E caso vocês não acreditem muito nessa coisa de copo influenciar o sabor ou aroma da cerveja, façam um teste. Pode ser difícil notar as diferenças no começo, mas é apenas uma questão de treino. Outro detalhe interessante dos copos é a apresentação. Sabe aquela coisa de cartão de visitas? Ser apresentável? Se vestir bem para conquistar aquela gatinha, ou no caso das mulheres, vestir-se bem e fazer uma bela maquiagem para ofuscar a beleza das outras? Então, isso se aplica para as cervejas também. Quando é utilizado o tipo certo de corpo para a cerveja escolhida, além do aroma e sabor, o primeiro olhar também é influenciado. Isso porque o formato do corpo além de deixá-la mais atraente, afeta diretamente no tempo de persistência do creme (popularmente chamado de espuma).
Pelo que sei essa história toda de copos começou na Bélgica, onde cada cervejaria produzia os copos específicos para as suas cervejas, de modo que suas características fosse realçadas e que sua marca/imagem fossem divulgadas. Mas temos que concordar que uma cerveja bem apresentada faz muita diferença no momento da degustação.
Já o aroma é uma das principais características da cerveja, e para mim a mais difícil de identificar. No momento em que os copos são desenhados ou projetados, consideram-se os aromas para que, segundo o fabricante, o formato do copo ajude a realçar o bouquet da cerveja. Com isso, nós apreciadores ganhamos muito mais sabor e prazer ao degustar uma cerveja.
Vejamos os tipos mais comuns de copos e algumas anotações:
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  • Copo para cerveja Pilsner, como o próprio nome indica, é ideal para as cervejas dos tipo Pilsner, as mais comumente encontradas no Brasil (Skol, Antártica, Kaiser e tantas outras).
  • Copo para cerveja Lager usualmente utilizado para o chope. Muito conhecido no Brasil como tulipa. No entanto, não confunda esse tipo de copo com o tulipa. Veja abaixo.
  • Copo caldereta, comumente usado para servir chope em algumas cervejarias, mas pode ser utilizado também para English e American Ales ou para algumas Lagers escuras. Seu tamanho possibilita servir um volume pouco acima de 300 ml.
  • Pint, também chamado de Becker, é o copo mais comum em pubs ingleses e irlandeses, pois é simples, barato e comporta um grande quantidade de cerveja (568.26 ml). Ideal para as cervejas do tipo Bitter e Stouts.
  • Copo tipo Weizen, mais um que o nome já diz muito. É ideal para cervejas do tipo Weiss, as de trigo (veja o post sobre esse estilo de cerveja), especialmente as alemãs. O tamanho e formato são interessantes pois facilitam a "pegada" e possibilitam que todo o conteúdo de garrafas de 500ml sejam colocados no copo, incluindo o fundo com as leveduras, e ainda sobra espaço para a espuma, como manda a tradição do estilo.
  • Copo de cerveja tipo Tulipa é ideal para cervejas que possuem bastante creme, como a Duvel e outras Strong Ales belgas. O desenho é baixo e elegante, permitindo também observar a evolução do creme. A Tulipa parece mais com uma taça de conhaque, porém com a boca do copo virada para fora.
  • Cálice para cervejas Trapistas. Na Bélgica é chamado de Goblet, e foi idealizado para saborear as grandes trapistas belgas. Também podem ser usados com os estilos Dubbel, Tripel e Quadrupel.
  • Copo de cerveja tipo Flauta para cervejas Lambic. Mais usados para beber espumantes e champanhes, mas são ideais para cervejas do tipo Faro, Lambic, Gueuze ou as champegnoises, como a belga Deus e a brasileira Lust. O fato de serem esguios possibilita que o creme demore mais para se dissipar.
  • Copo de cerveja tipo Caneca, ou melhor, o velho e bom canecão de chope.
  • Copo de cerveja tipo Mass, que é uma caneca muito usada na Alemanha. É o típico canecão alemão no qual você pode colocar até 1 litro de cerveja. Ideal para quem bebe rápido ou não se importa com a temperatura da cerveja.
  • Copo de cerveja tipo Yard. Esse é um dos copos mais estranhos. Conheci quando um amigo pediu por uma cerveja Kwak num restaurante aqui em Caterbury. Apesar de estranho a idéia é interessante pois não há contato da mão com o copo, o que faz com que a cerveja permaneça mais tempo na temperatura ideal.
  • As taças não estão ligadas a nenhum estilo em específico, mas são cada dia mais usados com cerveja, seja pela elegância que confere, seja pela ergonomia que oferecem.
  • O Tumbler é geralmente utilizado para beber cervejas tipo Witbier, com o a Hoegaarden. Estas cervejas não formam muito creme e por isso o copo não precisa ter uma boa curvatura ou a boca fechada.
  • Os copos cilíndricos normalmente são usados para cervejas Kölsh e Altbier.
  • Copos de Conhaque têm sido utilizado com as Barley Wines, Eisbock e Imperial Stouts (cervejas fortes). São ótimos para capturar os aromas, permitindo agitar a cerveja em movimentos rotativos leves.
Encontrei uma figura no site da Duvel onde são apresentados alguns tipos de copos relacionados com os seus respectivos tipos de cervejas. Nesse caso são consideradas as cervejas belgas:
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domingo, 14 de junho de 2009

Privacidade ... ô coisa boa

Depois de cinco meses morando no alojamento da universidade no meio de um monte de alunos de gradução bagunceiros (já fui assim também), eu encontrei uma casa legal. Desde o dia 30 de maio estou morando nessa casa, uma república mista na qual por enquanto somos em 3 pessoas, eu, uma alemã e uma norueguesa. Mas essa configuração ficará apenas até primeiro de agosto, pois um austríaco vai substituir a alemã. É como trocar seis por meia dúzia (hehehe).
Com essa mudança perdi algumas mordomias como estar dentro da universidade e ao lado da academia, mas por outro lado ganhei outras como ter minha privacidade e estar perto do super mercado. O problema é que a despesa dobrou.
Faz parte! como diria o digníssimo Renato Bobsin Machado.

sábado, 13 de junho de 2009

Dublin, República da Irlanda

Dublin, Dublin .... o que dizer dessa cidade?
Esperei propositadamente um bom tempo para escrever sobre Dublin. Tive uma impressão muito ruim dessa cidade e por isso estava esperando um tempo para ver se isso passava. Mas não, não passou!
Ao menos posso dizer que foi a única que cidade européia que visitei e me senti no Brasil. Pois é, gente, a sensação de insegurança é grande. Mas vamos por partes.
Ainda no avião, sobrevoando a costa leste da República da Irlanda eu me sentia super animado. Apesar do tempo chuvoso ainda era possível ver algumas áreas ensolaradas.
Mas a animação começou a diminuir logo no aeroporto. Como eu queria visitar as muitas atrações turísticas da cidade optei por comprar o "Dublin Pass", um cartão que dá acesso livre a praticamente todas as atrações da cidade e alguns outros benefícios como descontos em bares e restaurantes, brindes em museus e galerias de artes, sem contar a possibilidade de "furar a fila", pois quem compra o cartão tem prioridade. Um outro benefício que o cartão dá aos seus usuários é o transfer "gratuito" do aeroporto ao centro da cidade.
Até aí tudo muito bom. O detalhe que me fez desanimar um pouco, e acredito que aconteça com todos os turistas que optam pelo cartão, é que se você usar o transporte do aeroporto ao centro da cidade o seu cartão é ativado. Qual é o problema nisso? Bem, quando alguém compra o cartão deve escolher o número de dias que quer utilizar e isso, obviamente, afeta o valor do cartão. A partir do momento que o cartão é ativado, independentemente do horário do dia, o seu primeiro dia vale apenas até a meia noite. Como eu cheguei na cidade às 14hs, se eu usasse o transporte eu teria praticamente perdido o primeiro dia do cartão, pois até o centro da cidade são +- 40 minutos de ônibus.
Mas tudo bem, paguei pelo transporte público e fui para o hostel. No ônibus encontrei um brasileiro de Curitiba, chamado Lucas,  que me deu umas dicas muito legais. Mas a principal foi com relação aos homeless (desabrigados, povo de rua essas coisas). Ele me advertiu para tomar cuidado com essas criaturas pois a única coisa que fazem é arranjar confusão com turistas, jogam pedras ou o que tiver por perto. Isso já me deixou apreensivo. A caminho para o hostel tive a infelicidade de encontrar com uma dessas criaturas. E realmente é foda. Do nada o cara veio para cima de mim perguntando por que eu estava olhando, e eu nem tinha percebido a criatura. Complexo. Mas consegui chegar a salvo no hostel.
No outro dia pela manhã estava organizando meu passeio e aí percebi que o pessoal responsável pelo Dublin Pass é realmente muito esperto, lembra um pouco o povo brasileiro. Mais um motivo pelo qual eu me senti como se estivesse no Brasil. Infelizmente temos que assumir que o povo brasileiro (me desculpem as exceções) sempre tenta levar uma certa vantagem, omitir informações para ganhar uns trocados a mais ou de alguma forma passar o outro para trás. Pois bem, quando comprei o cartão pela internet, eu vi no site uma lista de atrações nas quais o portador do cartão não precisaria pagar para entrar. Pois é, isso é verdade! Para aquelas atrações não havia necessidade de pagar, o problema no meu ponto de vista é que em mais da metade das atrações não havia necessidade de pagar mesmo sem o cartão! Esse é o ponto que me refiro quando digo que me senti passado para trás. Se você confrontar as informações que são disponibilizadas pelo Paris Pass com as do Dublin Pass vão perceber como o pessoal da Irlanda esconde informações.
Acabei visitando vários museus, galerias de arte (não cobram entrada em todo o território Irlandês), igrejas (que por mais estranho que possa parecer cobram e não é pouco) e outras atrações privadas como o Guiness Storehouse e o Old Jameson Distillery.
No entanto, algumas das atrações que eu realmente queria visitar eu não pude por alguns motivos. No caso do "The Bram Stoker Dracula Experience" (um castelo que conta a história da vida do Bram Stoker e te leva a uma experiência dentro do castelo do Drácula) eu não fui porque dois ou três brasileiros que moram em Dublin me advertiram para não ir lá de ônibus ou caminhando, pois fica numa região barra-pesada, reduto dos homeless, mas principalmente devido ao horário de funcionamento, das 4 da tarde as 10 da noite. Qual é o problema nisso? Bem, às 5 da tarde já era noite, e nós brasileiros sabemos que não é bom andar à noite em lugares barra-pesada. Pois é, perdi uma das melhores atrações por falta de grana. Poderia ter ido se tivesse pago um taxi. Mas viagem de mochileiro é sempre restrita.

Mas as outas que perdi que também eram muito boas, foi porque na verdade as atrações não ficam em Dublin mas sim nos arredores, algo como 50 km distante. E essa informação também não tinha no site.
Me diverti um pouco, mas o que realmente marcou minha visita foi a falta de segurança e consideração com o turista. Fui maltratado até mesmo no supermercado por uma atendente que nada tinha de irlandesa. Uma estrangeira qualquer que pelo jeito estava de mal com a vida ou não tinha recebido um bom tratamento do marido na noite anterior. Enfim, para mim Dublin é nota 3 numa escala de 1 a 10.
No entanto pretendo voltar um dia. Com mais dinheiro e com mais tempo para ver se minha impressão se confirma ou foi porque eu estava num dia ruim, com pressa e pouca grana.
Fica uma dica: se você pretende visitar Dublin por 4 ou mais dias, o Dublin Pass vale a pena. Caso contrário acho que é melhor não usar o cartão. Faça um bom planejamento antes e tente encontrar o máximo de informação de cada atração que pretende visitar, principalmente o horário de funcionamento, pois em Dublin as atrações geralmente abrem tarde e fecham muito cedo. Isso faz com que você tenha duas opões: veja tudo correndo e não aproveite direito (foi o que fiz e por isso quero voltar) ou consiga ver com calma apenas uma pequena parte das atrações. Como o cartão é caro, pense bem ante de comprá-lo.

segunda-feira, 4 de maio de 2009

O caminho de volta

Estava tudo tão certo, desde o início da viagem todos os dias ensolarados. Sabíamos que a cada dia a probabilidade de chuva aumentada, pois não é comum tantos dias sem chuva. Mas ainda assim tínhamos esperanças de que não chovesse até o fim da viagem. Não deu certo!
Isso nos desanimou, pois o trajeto que planejei nos levava ao litoral sul da Inglaterra, que apesar de não ter areia é bonito. Não dá para entrar na água gelada é claro, mas é legal para conhecer. Mesmo com a chuva prosseguimos com o planejado e ainda adicionamos uma cidade, Bath, sugerida pelo nosso anfitrião em Bristol. Tentamos, mas chegando em Bath desistimos, pois a cidade é um caos completo, pelo menos em relação ao trânsito. Se for visitar essa cidade nem pense em dirigi por lá. Vá de ônibus. Desistimos dela e continuamos na estrada até chegar ao Stonehenge.
De acordo com a Wikipedia e alguns outros sites que pesquisei, assim como o material que recebi quando o visitei, Stonehenge (do inglês arcaico "stan" = pedra, e "hencg" = eixo ou "hen(c)en" = pendurar ou suspender) é um monumento megalítico da Idade do Bronze, localizado na planície de Salisbury, próximo a cidade de Amesbury, no condado de Wiltshire, ao Sul da Inglaterra. Bem, pelo menos a localização vocês podem confiar. :D
É considerado o mais visitado e bem conhecido dos círculo de pedras britânicos, e acredita-se que foi projectado para a observação de fenômenos astronômicos. Denominado pelos Saxões de "hanging stones" (pedras suspensas) e referido em escritos medievais como "dança dos gigantes", existem diversas lendas e mitos acerca da sua construção, creditada a diversos povos da Antiguidade. Uma das opiniões mais populares foi a de John Aubrey. No século XVII, antes do desenvolvimento dos métodos de datação arqueológica e da pesquisa histórica, foi quem primeiro associou este monumento, e outras estruturas megalíticas na Europa, aos antigos Druidas. No entanto, os Druidas só apareceram na Grã-Bretanha após 300 a.C., mais de 1500 anos após os últimos círculos de pedra serem erguidos. Algumas evidências, entretanto, sugerem que os Druidas encontraram os círculos de pedra e os utilizaram com fins religiosos.
Outros autores sugeriram que os monumentos megalíticos foram erguidos pelos Romanos, embora esta idéia seja ainda mais improvável, uma vez que os Romanos só ocuparam as Ilhas Britânicas após 43, quase dois mil anos após a construção dos círculos de pedra. Somente com o desenvolvimento do método de datação a partir do Carbono-14 estabeleceram-se datas aproximadas para os círculos de pedra. Durante décadas não foram formuladas explicações plausíveis para a função dos círculos, além das suposições de que se destinavam a rituais e sacrifícios.
Essa parada foi legal. Depois daí foi só estrada até chegar em casa, descansar e preparar a mala para a próxima viagem. Dois dias mais tarde estávamos desembarcando em Dublin, capital da República da Irlanda.
Curiosidade 1: No dia 21 de Junho, o Sol nasce em perfeita exatidão sob a pedra principal.
Curiosidade 2: Estima-se que para a construção do desse círculo de pedras foram necessárias mais de trinta milhões de horas de trabalho.
Curiosidade 3: Stonehenge é uma estrutura composta, formada por círculos concêntricos de pedras que chegam a ter cinco metros de altura e a pesar quase cinqüenta toneladas.

O plano inicial nos levou a Bristol, mas chegando lá ....

Após algumas horas na estrada chegamos a Bristol. Fomo visitar um amigo brasileiro que está fazendo o doutorado na Universidade de Bristol e graças a ele não gastamos com hospedagem, pois ele nos “ofereceu” abrigo. Na verdade eu e o Márcio forçamos a situação desde o começo hehehe, mesmo assim obrigado Cintra.

Deixando de lado o fato de não encontrarmos lugar para estacionar o carro, o resto foi tranquilo. Saímos para dar uma volta na cidade de conhecer a famosa ponte de Bristol, chamada de Clifton Suspension Bridge. Essa ponto foi projetada pelo engenheiro Vitoriano Isambard Kingdom Brunel. Mas o camarada não teve a felicidade de ver seu projeto concluído pois morreu antes de 1864, ano em que o projeto foi concluído.
A ponte é lindíssima mesmo, e foi construída sobre o rio Avon que fica no vale entre duas muralhas de pedras com altura de mais de 200 metros. No período em que Bristol foi uma importante cidade portuária, esse rio era usado como principal portão de acesso e as muralhas eram usadas como defesa da cidade. Quando navios piratas tentavam atacar a cidade a “coisa ficava feira para eles”, pois a guarda da cidade mantinha diversos canhões na encosta a muralha, o que tornava relativamente simples a defesa da cidade.

Na verdade sei que a cidade tem muitas outras atrações a oferecer, mas não desfrutamos delas infelizmente :(

Dentre as atrações da cidade posso até citar algumas, assim serve como um pequeno guia caso alguém queira visitar: Brunel's ss Great Britain Museum, City Museum & Art Gallery, The Georgian House, The Red Lodge, Blaise Castle House Museum, Berkeley Castle, Thornbury Castle, Bristol Cathedral, Kings Weston Roman Villa, The Edward Jenner Museum, Fleet Air Arm Museum e a Clifton Suspension Bridge .... e muitos outros. Nem quero pensar que fui para lá e não visitei esses lugares. Voltarei.

Saímos a noite e foi péssimo! Fomos a uma “discoteca” muito ruim na minha opinião. Mas tudo bem, não dá para acertar todas. No outro dia ao invés de ficarmos em Bristol decidimos visitar Cardiff, a capital do país de Gales. Estávamos ali pertinho mesmo e de carro, então por que não?
Sinceramente não sei se teríamos aproveitado tanto em Bristol, mas em Cardiff foi muito legal. Na verdade fomos para visitar o Castelo de Cardiff. Finalmente conheci um castelo! Foi muito legal.

Dentro do castelo também tem um pequeno museu de armas com muitos objetos interessantes. Passamos a tarde lá e depois voltamos para Bristol.

No outro dia bem cedo levantamos acampamento e partimos em direção a Canterbury, mas com planos de parar em várias cidades ao longo do caminho. Só teve um problema: a chuva.